O assunto principal: Investir em Pessoas...
para quem quiser ler a reportagem completa, ao final encontra-se o link:
"Quando surge a crise, a área de RH é a primeira a sofrer cortes de despesas, pessoas, treinamento, investimentos em programas sociais, de capacitação e desenvolvimento de profissionais. Sempre me questionei como, de repente, se descobre que tem muita gente desnecessária. Demissão em massa, se não é uma ameaça de manobra, pressão política, evidencia uma deficiência do modelo de administração da empresa, vai gerar desperdício de investimentos feitos em RH, os quais em geral serão irrecuperáveis. Quando a crise passar e a demanda for retomada, vai exigir boa administração e gestão.
Costumo dizer que estas empresas cometeram dois erros básicos na sua administração:
1º – Errou antes. Admitindo mais gente do que deveria com a prudência da administração. Evidenciou que a empresa tem miopia na administração. Sempre só perceber quando o fato já aconteceu, faço a ressalva “se não for jogo político”. Faltou a gestão, a análise de tendências e a evolução dos dados e fatos. Alguém para integrar as perspectivas de longo, médio e curto prazo. Analisar a tendência de curto-semana-médio-mês-longo-ano, mês a mês em TAD, Total Anual Deslocado, fazer estudos em TAD, com estimativa da sagacidade dos executivos, na projeção da probabilidade, previsão das possibilidades com a sensibilidade do dirigente.
2º – Errou agora. Demitindo mais pessoas do que devia por medo dos administradores. Evidenciou que a administração da empresa é inconsequente. Só vai perceber depois que a crise for superada. Faltou análise das relações de Causas-Efeitos-Desdobramentos. Independente dos aspectos humanos das relações trabalhistas e responsabilidade social que a empresa tem com os funcionários. Quais serão os “escolhidos” para ser um desempregado? Os custos de admissão são muito altos, os processos de recrutamento, seleção e avaliação e aprovação; integração e treinamento são demorados. Podemos supor que os demitidos são os mais fracos. Todos estes custos reais, que nem sempre é apurado, é um desperdício. Quando a crise passar, todos os gastos serão feitos novamente, comprometendo os ganhos futuros, além das dificuldades de admissão, poderão elevar salários de gente fraca, para admitir. Nesta hora o RH ressente-se de um Banco de Talentos na Gestão do Potencial Humano."
http://www.blogfellipelli.com.br/2011/04/desafio-do-gestor-de-rh-transformar-o-potencial-humano-em-lucratividade/
