quinta-feira, 26 de maio de 2011

Certezas provisórias e Dúvidas Temporárias

Stress e Qualidade de Vida no Trabalho:

Certezas: 

*As empresas tem que investir em QVT, para obter um melhor rendimento dos funcionários.

A tecnologia de QVT (qualidade de vida no trabalho) pode ser utilizada para que as organizações renovem suas formas de organização no trabalho, de modo que, ao mesmo tempo em que se eleve o nível de satisfação do pessoal, se eleve também a produtividade das empresas, como resultado de maior participação dos empregados nos processos relacionados ao seu trabalho.(FERNANDES,1996,p.36)

*Um programa de Qualidade de Vida existe para gerar estratégias com o intuito de promover um ambiente que estimule e dê suporte ao indivíduo e à empresa, conscientizando sobre como sua saúde está diretamente relacionada à sua qualidade e produtividade. 

Um programa de QVT tem como meta “gerar uma organização mais humanizada, na qual o trabalho envolve, simultaneamente, relativo grau de responsabilidade e de autonomia a nível do cargo, recebimento de recursos de “feedback” sobre o desempenho, com tarefas adequadas, variedade, enriquecimento do trabalho e com ênfase no desenvolvimento pessoal do indivíduo.”(WALTON, 1973 apud FERNANDES, 1996, p. 37)  

                                                  Dúvidas: 

*As pessoas que praticam atividade física, tem mais resistência ao Stress?

             Sim, atividade física ajuda na qualidade de vida em todos os aspectos, tanto no físico como para mente.

           A respeito da mente, a prática da atividade física ajuda na regulação do sistema nervoso, melhora o fluxo do sangue para o cérebro, ajuda na capacidade de lidar com problemas e com o stress, além de uma melhora significativa no seu auto estima, há ainda redução da ansiedade, ajudando no tratamento de depressão.

             A atividade física pode também exercer efeitos no convívio social do indivíduo, tanto no ambiente de trabalho quanto no familiar.

              Por isso que cada vez mais, as grandes empresas estão começando associar trabalho com a atividade física, pois tem como resultado uma melhora significativa na produtividade. (www.rhportal.com.br)



* Quais os principais fatores que podem levar o indivíduo  ao stress no trabalho? 

- Instabilidade no trabalho. 
- Problemas financeiros.
- Carga excessiva de trabalho.
- Pressões psicológicas. (SECMAN, 1974, apud CARVALHO E SERAFIM, p.133)

Referências Bibliográficas:


CARVALHO, Antonio  V. de. SERAFIM, Oziléa C.G. Administração de Recursos   Humanos.V.2, Pioneira: São Paulo, 1995.

              FERNANDES, Eda Conte. Qualidade de Vida no Trabalho. Salvador: Casa da Qualidade, 1996.








quarta-feira, 18 de maio de 2011

CONGREGARH 2011

Para quem não teve a oportunidade de ir ao Congregarh, postarie ocmentários sobre as palestras e a feira... Aguardem!

terça-feira, 26 de abril de 2011

10 Dicas Para O Sucesso Da Empresa Familiar

1. entender que os problemas podem estar escondidos sob um cortina do sucesso financeiro e social e procurar definir claramente sua origem e dimensão...

2. compreender que num universo onde existem mais de 02 pessoas, as decisões tem que ser compartilhadas e exercitar esse processo desde o início da empresa...

3.criar processo de treinamento e capacitação interna e externa dos herdeiros e sucessores, com orientadores previamente definidos, de forma que venham para a empresa já com formação básica e conceitual definida e conhecimento do funcionamento da mesma...

4.criar um conselho de família para definir entrada e saída de famíliares nas empresas, gestão dos recursos financeiros e materiais e política geral...

5.proporcionar absorção de familiares nas empresas desde que cumpridas as regras definidas e venham para somar. Da mesma forma, preparar a saída daqueles que estejam destruindo a gestão familiar..

6.possibilitar que os não familiares tenham oportunidade de carreira, até o topo da organização, sem reservar espaços para a família, com todos concorrendo em igualdade de condições e profissionalmente, sem um limite hierárquico fixado e com isso motivar seus colaboradores...

7.não empurrar com a barriga indefinidamente as decisões de sucessão e profissionalização, pôr medo de perder o poder, ego pessoal e status social. O atraso nas decisões pode gerar a perda dos patrimônios empresarial e pessoal...

8.criar mecanismos para garantir a continuidade da empresa através das gerações (holding patrimonial familiar, acordo de acionistas, conselho de família, conselho de administração, normas e procedimentos, unidades de negócios, código de ética para sócios e parentes, fundações, abertura de capital, outros viáveis juridicamente...

9.em casos de cisão, ruptura, falta de acordo, brigas, procurar uma solução a curto prazo, evitando demandas judiciais e prolongar o sofrimento pessoal...

10.solicitar ajuda de terceiros (amigos que tenham passado pôr situações similares) ou profissionais caso não consigam soluções no ambiente familiar... ...uma contribuição de quem acredita que as empresas familiares podem ser um sucesso, desde que profissionalizadas em tempo hábil....

Desafios da gestão familiar

Tornou-se comum ouvirmos de analistas, administradores e especialistas do mercado que o modelo da empresa familiar está fadado ao fracasso. Alegam não haver espaço entre as empresas que adotam tal modelo de gestão para a necessária modernização, profissionalização e transparência, atributos tão cobrados pelos mercados. Pois bastou a eclosão da atual crise para que empresas que adotavam o modelo de administração familiar, e acabaram profissionalizando suas gestões, estarem envolvidas em sérios problemas gerados justamente pelos administradores profissionais.
Vimos, então, o retorno dos próprios donos dos negócios ao gerenciamento de algumas grandes empresas. São exemplos desse fenômeno a gigante mundial Dell, com seu fundador, Michael Dell, voltando a assumir a direção da companhia, e o grupo Schincariol, com o retorno de Adriano Schincariol ao comando da corporação. Isso sem contar os diversos exemplos de empresas cuja administração é familiar e que mantêm-se sólidas e produtivas, até mesmo em momentos difíceis como hoje.
Este retorno é um movimento comum em empresas nas quais as pessoas, donos e funcionários estabelecem vínculos que transcendem a identidade corporativa e os interesses financeiros e societários.
É claro que há também companhias familiares enfrentando problemas, mas, muitas vezes, isso não acontece, necessariamente, em razão do modelo administrativo.
Mesmo as empresas familiares podem e devem contar com administrações modernas e preparadas. Para isso, é essencial que seus gestores invistam em recursos de governança corporativa, em instrumentos de transparência administrativa, em uma estrutura com elementos tecnológicos e físicos adequados ao negócio, em constante atualização do pessoal de administração e em fontes de assessoramento que sejam referência no processo de tomada de decisões.
À medida em que as empresas familiares se modernizam, e dependendo do seu porte e da estrutura da gestão familiar, se faz necessária a adoção de alguns órgãos deliberativos e de gestão que contribuem significativamente para a boa prática de governança corporativa. A auditoria independente, por exemplo, é um destes órgãos, e funciona como um agente da governança corporativa fundamental para dar mais transparência aos familiares, clientes, fornecedores, bancos e à própria sociedade.
Além da gestão, outro tema sempre lembrado quando falamos de empresas familiares refere-se à sucessão empresarial. Não é raro termos notícias de processos de sucessão conturbados ou até litigiosos em empreendimentos desse tipo. Para evitar tais problemas, empresas familiares devem preparar-se com adequada antecedência para encarar esse momento de transição, buscando a contribuição de consultores profissionais que apontarão alternativas e caminhos a serem trilhados ao longo do processo.
O que vale destacar é que, ao final, não importa tanto a natureza da gestão das empresas, se conduzidas por profissionais de mercado, ou da própria familia. A grande questão que permanece é que, para se garantir o bom andamento, a preservação e até o crescimento e evolução das corporações, é sempre necessário que sejam utilizadas certas ferramentas, principalmente para mensuração de riscos, adotados métodos e seguidos determinados princípios universais do que se entende por moderna administração, como as novas tecnológicas de produção e gestão, atualizadas referências administrativas e iniciativas que constituem as bases da governança corporativa.
Neste sentido, é altamente recomendável que os gestores – sejam eles profissionais de mercado, ou representantes de administrações familiares – estejam sempre muito bem assessorados por agentes confiáveis.

Desafio do Gestor de RH: transformar o potencial Humanos em Lucratividade

              Para dar maior ênfase na minha discussão, posto aqui trechos de uma reportagem que achei bastante realista!

              O assunto principal: Investir em Pessoas...
                         para quem quiser ler a reportagem completa, ao final encontra-se o link:

"Quando surge a crise, a área de RH é a primeira a sofrer cortes de despesas, pessoas, treinamento, investimentos em programas sociais, de capacitação e desenvolvimento de profissionais. Sempre me questionei como, de repente, se descobre que tem muita gente desnecessária. Demissão em massa, se não é uma ameaça de manobra, pressão política, evidencia uma deficiência do modelo de administração da empresa, vai gerar desperdício de investimentos feitos em RH, os quais em geral serão irrecuperáveis. Quando a crise passar e a demanda for retomada, vai exigir boa administração e gestão.

Costumo dizer que estas empresas cometeram dois erros básicos na sua administração:

1º – Errou antes. Admitindo mais gente do que deveria com a prudência da administração. Evidenciou que a empresa tem miopia na administração. Sempre só perceber quando o fato já aconteceu, faço a ressalva “se não for jogo político”. Faltou a gestão, a análise de tendências e a evolução dos dados e fatos. Alguém para integrar as perspectivas de longo, médio e curto prazo. Analisar a tendência de curto-semana-médio-mês-longo-ano, mês a mês em TAD, Total Anual Deslocado, fazer estudos em TAD, com estimativa da sagacidade dos executivos, na projeção da probabilidade, previsão das possibilidades com a sensibilidade do dirigente.

2º – Errou agora. Demitindo mais pessoas do que devia por medo dos administradores. Evidenciou que a administração da empresa é inconsequente. Só vai perceber depois que a crise for superada. Faltou análise das relações de Causas-Efeitos-Desdobramentos. Independente dos aspectos humanos das relações trabalhistas e responsabilidade social que a empresa tem com os funcionários. Quais serão os “escolhidos” para ser um desempregado? Os custos de admissão são muito altos, os processos de recrutamento, seleção e avaliação e aprovação; integração e treinamento são demorados. Podemos supor que os demitidos são os mais fracos. Todos estes custos reais, que nem sempre é apurado, é um desperdício. Quando a crise passar, todos os gastos serão feitos novamente, comprometendo os ganhos futuros, além das dificuldades de admissão, poderão elevar salários de gente fraca, para admitir. Nesta hora o RH ressente-se de um Banco de Talentos na Gestão do Potencial Humano."





http://www.blogfellipelli.com.br/2011/04/desafio-do-gestor-de-rh-transformar-o-potencial-humano-em-lucratividade/

Stress e Qualidade de Vida no Trabalho

Stress e Qualidade de Vida no Trabalho

          O desgaste físico e emocional ao qual as pessoas são submetidas nas relações com o ambiente de trabalho é um fator muito significativo na determinação de transtornos de saúde relacionados ao estresse, como é o caso das depressões, ansiedade, transtorno de pânico, fobias e doenças psicogênicas (Goleman, 1997-98).
          Geralmente, no ambiente de trabalho das organizações, os estímulos estressares são muito variados e em grande quantidade. Podemos experimentar ansiedade significativa diante de descontentamentos com os colegas, diante da sobrecarga de trabalho e da corrida contra o tempo, diante da insatisfação salarial ou da política de recursos humanos da empresa, entre outras, e, dependendo da pessoa, até mesmo com tarefas rotineiras de sua própria função dentro da empresa.
          Muitos fatores emocionais relacionados ao próprio emprego na atualidade contribuem para que a pessoa mantenha-se excessivamente estressada: a sensação de instabilidade no emprego, a sensação de insuficiência profissional, a pressão para comprovação de eficiência, a impressão continuada de estar cometendo erros profissionais, a falta de visão sobre a relevância social do seu trabalho, a percepção de falta de reconhecimento de seus esforços, entre outros. Além disso, preocupações pessoais do funcionário não podem ser eliminadas simplesmente ao entrar no seu posto de trabalho... Toda a história de vida da pessoa está junto a ela em todos os momentos e quando ela vem para o trabalho não é diferente. Seus conflitos, suas frustrações, suas desavenças conjugais, a preocupação com seus filhos, seus interesses e necessidades pessoais, etc.
         Existem muitas evidencias de que trabalhadores motivados positivamente produzem mais e são menos acometidos por doenças (Nahas, 2003).
 As organizações devem tratar os interesses e necessidades dos seus colaboradores, não apenas como benefícios ou caridade, mas como assunto estratégico de sobrevivência organizacional.



Qualidade de Vida no Trabalho

Qualidade de Vida no Trabalho:

        Vivemos numa sociedade em mudanças e num momento excitante para as organizações. A sociedade percebe que a Qualidade de Vida e a Saúde são ativos importantes, envolvendo dimensões física,intelectual, emocional, profissional, espiritual e social. Práticas inadequadas no ambiente de trabalho geram impacto negativo na saúde física e emocional dos empregados e na saúde financeira das empresas. Baixa motivação, falta de atenção, diminuição de produtividade e alta rotatividade criam uma energia negativa que repercute na família, na sociedade e no sistema médico. Segundo Domenico de Masi, vivemos e trabalhamos numa sociedade do futuro, mas continuamos a usar os instrumentos do passado.Felizmente, para algumas empresas inovadoras e conscientes, este cenário não faz parte de sua realidade atual. As dez melhores empresas para se trabalhar (Guia Exame 2001) transformaram o ambiente de trabalho e a Saúde emocional e física em vantagem competitiva, tendo plena convicção estratégica de que quanto mais eliciar satisfação, mais retorno terão em produtividade, criando assim a visão de uma organização mais privilegiada, competitiva e equilibrada.